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Novo Ford Focus ST chega com mais performance do que nunca!

O novo Focus ST 2.3 EcoBoost de 5 portas alcança os 100 km/h, após arranque parado, em 5,7 segundos, proporcionando um maior poder de aceleração do que o Focus RS da anterior geração.

Tecnologias sofisticadas, incluindo um turbocompressor do tipo twin-scroll, associados a soluções inspiradas nas do Ford GT – um sistema anti-lag, capacidade de engrenagem das mudanças com o pedal de acelerador pressionado e um Launch Control – vitaminam a inédita performance para além do expectável e em movimento. A dinâmica de condução optimizada, recorrendo a um diferencial autoblocante electrónico e inteligente, e a um Booster de Travagem com Amortecimento Contínuo e Controlado apoia o processo de gestão da potência.

Doze por cento mais potente. Doze por cento mais rápido. A Ford acaba de desvendar que o novo Ford Focus ST de 5 portas cumpre a reprise dos 0 aos 100 km/h em 5,7 segundos, sendo 0,8 segundos mais rápido que o modelo da anterior geração.

Alimentado por um bloco EcoBoost a gasolina de 2,3 litros e 280 cv – mais 30 cv do que o anterior Focus ST – esta nova proposta também consegue ser mais rápido a acelerar do que a geração anterior do aclamado Focus RS.

Aplicada ao turbocompressor, a tecnologia do tipo twin-scroll contribui para um valor de binário líder do segmento, de 420 Nm, numa resposta mais imediata às solicitações do acelerador, enquanto um inovador sistema anti-lag garante uma entrega mais imediata da potência. A capacidade de passagens de caixa a partir da transmissão de 6 velocidades e o Launch Control* também permitem optimizar a performance em arranque parado.

“O novo Focus ST é muito mais do que simples velocidade em linha reta, demonstrando a capacidade de estar ‘taco-a-taco’ com o agora lendário Focus RS num sprint de quarto de milha, sendo demonstrativo do quanto a equipa da Ford Performance elevou a fasquia nos últimos quatro anos,” afirmou Leo Roeks, Diretor da Ford Performance, na Europa. “Inspirámo-nos no supercarro Ford GT, na pick-up F-150 Raptor, no Ford Mustang e no Fiesta ST para desenvolver um Focus ST capaz de nos dar um ‘soco nas costas’ no preciso momento em que se pisa o pedal do acelerador.”

O turbocompressor twin-scroll de baixa inércia do bloco 2.3 EcoBoost do Focus ST gere com maior eficácia os gases de escape, optimizando a energia transferida para a turbina, produzida em maior volume e com uma maior e mais rápida entrega da pressão. Os canais de escape separados transferem as pressões de gases dos cilindros 1 e 4 e dos cilindros 2 e 3, minimizando a interferência do impulso, gerando um fluxo consistente de energia.

Por seu turno, a tecnologia anti-lag mantém, eletronicamente, o acelerador aberto até 3 segundos após o condutor aliviar o pedal do acelerador, compensando a inversão do fluxo de ar do turbocompressor, mantendo a velocidade de rotação do compressor.

Com o turbocompressor preparado para uma resposta imediata e mantendo uma pressão positiva no colector de admissão, quando o acelerador está aliviado, a inovadora tecnologia permite uma retoma mais rápida do impulso da pressão e uma combustão optimizada quando o condutor volta a pressionar o acelerador. Para além disso, uma válvula waste-gate do turbocompressor, actuada eletronicamente, permite um controlo mais preciso das pressões do turbo para uma aprimorada performance do motor.

A capacidade flat-shift, de passagens de caixa com o acelerador pressionado, também pode ajudar na entrega de potência em acelerações a partir de arranques parados, emulando automaticamente o sistema anti-lag e mantendo o acelerador aberto quando o condutor alivia a embraiagem nas passagens da caixa, esta de manuseamento curto, numa transmissão de 6 velocidades manual, maximizando a resposta do turbocompressor. Uma luz indicadora da mudança de velocidade* permite aos condutores conhecer o ponto ideal para essas passagens de caixa, podendo ser activado o Launch Control para maximizar a aderência fora das linhas ideais, para arranques parados mais consistentes.

A velocidade em linha recta do novo Focus ST vê-se acompanhada pela sua capacidade em abordar curvas, optimizada por recurso a um diferencial autoblocante electrónico, inédito na Ford para um modelo de tracção dianteira. Incorporado nas transmissões de 6 velocidades (manual) e 7 velocidades (automática), disponíveis com o motor EcoBoost de 2,3 litros, o sistema recorre a embraiagens activadas hidraulicamente para redistribuir até 100 por cento do binário disponível à roda com maior poder de tracção, neutralizando a patinagem das rodas. Tal resulta em maior agilidade e numa redução significativa de subviragem durante a aceleração, em curva e na saída das mesmas.

Mais rápido a actuar e oferecendo uma maior precisão do que um diferencial autoblocante mecânico tradicional, o sistema pode pré-ajustar a distribuição de binário, recorrendo aos inputs da mecânica, obtidos a partir de sensores de dinâmica, e pode aplicar um gradual bloqueio do diferencial para melhor afinar a performance.

Adicionalmente, as versões de 5 portas do Focus ST integram uma sofisticada tecnologia CCD (Controlo Contínuo de Amortecimento) da Ford que continuamente monitoriza os inputs da suspensão, carroçaria, direcção e travagem, fazendo-o a cada 2 milissegundos, ajustando o amortecimento para uma dinâmica de condução de maior qualidade. O sistema possui três níveis de amortecimento pré-estabelecidos que apoiam os Modos de Condução do Focus ST: um para os modos “Slippery/Wet”, “Normal”, um segundo para o modo “Sport” e outro para o modo “Track”, que quase duplica a resistência de carga vertical de modo “Sport”*.

O Focus ST também oferece uma potência de travagem maior do que a da geração anterior do Focus RS, integrando, à frente, discos de 330 mm e pinças de dois pistões, com um diâmetro de 44 mm. O sistema de travagem garante uma sensação de toque no pedal mais conectada, mais confiante e mais consistente, apoiada por um sofisticado Electric Brake Booster que gera uma pressão de travagem mais rápida e, no modo “Track”, pode optimizar ainda mais a potência de travagem em cenários de travagem com forças “G” iguais ou superiores a 0,7 pontos.

O novo Focus ST está disponível, a partir do lançamento, em versões de 5 portas e Wagon, equipados com blocos de 280 cv (EcoBoost de 2,3 litros a gasolina) e 190 cv (EcoBlue de 2,0 litros diesel) associados a transmissões manuais de 6 velocidades. As variantes de 5 portas e Wagon com motor 2,3 EcoBoost e caixa automática de 7 velocidades serão introduzidas no próximo Outono.

Em Portugal, as primeiras unidades chegarão em Julho/Agosto e apenas na versão de 5 portas. As Wagon chegarão mais tarde ao nosso mercado, Setembro/Outubro.

Os Consumos de Combustível, as Emissões de CO2 e as Autonomias Eléctricas declaradas são medidas de acordo com os requisitos técnicos e especificações da Regulamentação Europeia (CE) 715/2007 e (CE) 692/2008, nas suas mais recentes redacções. Os consumos de combustível e as emissões de CO2 referem-se a uma determinada variante de veículo e não para uma unidade automóvel única. O procedimento do teste padrão aplicado permite a comparação entre diferentes tipos de veículos e fabricantes. Para além da eficiência de consumos de um automóvel, o comportamento ao volante, bem como outros factores não-técnicos desempenham um papel na determinação das emissões de CO2 e dos consumos de combustível de um automóvel. O CO2 é o principal gás responsável pelo aquecimento global.

Desde 1 de Setembro de 2017, alguns novos veículos têm vindo a ser certificados de acordo com a norma World Harmonised Light Vehicle Test Procedure (WLTP), segundo a directiva (EU) 2017/1151 na sua mais recente redacção, a qual traduz um novo e mais realístico formato de testes para a medição de consumos e emissões de CO2. A partir de 1 de Setembro de 2018 a norma WLTP começou a substituir a norma New European Drive Cycle (NEDC), procedimento que vai ser descontinuado. Durante esta Descontinuação Faseada da NEDC, os consumos e emissões de CO2 obtidos segundo a norma WLTP estão a ser comparados com os valores segundo a norma NEDC. Existirão, por essa razão, algumas discrepâncias face à anterior análise de consumos e emissões, pois alguns procedimentos base dos testes sofreram alterações: por exemplo, uma mesma viatura poderá ter diferentes valores de consumos e de emissões de CO2.

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