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Mattias Ekström abre as portas do paddock da equipa ABT CUPRA XE (vídeo)

Mattias Ekström abre as portas do paddock da equipa ABT CUPRA XE, onde nada fica por utilizar.

Equipas de oito pessoas e sem audiência, algumas das chaves para reduzir o impacto ambiental.

O campeonato tem como filosofia destacar a importância de alcançar um mundo mais sustentável.

“Sem dúvida que muita gente está a pensar: isto não é a Fórmula 1! Não, não é, nem de longe. Contudo, aprender a viver com menos é um grande desafio”. Para Mattias Ekström, piloto oficial masculino da equipa ABT CUPRA XE, participar no Extreme E mudou a sua perspetiva sobre muitas coisas. Aqui, o embaixador da CUPRA mostra-nos como se está a dar nesta Odisseia elétrica – uma competição que destaca a importância da sustentabilidade, eletrificação e igualdade.

Fazendo pleno uso do paddock. Todas as equipas participantes no Extreme E têm um paddock do mesmo tamanho. É um espaço na qual todos os cantos e recantos são utilizados para tirar o máximo partido do mesmo. “É como uma tenda e é todo o espaço que nos é dado. O automóvel é muito grande, mede 2,20 metros de largura, por isso é preciso tirar o máximo partido de cada milímetro quadrado. Quando se olha para o chão, vê-se um ventilador de refrigeração, o extintor de incêndio, as proteções… tudo o que os mecânicos precisam. Pode parecer caótico, mas não é. É um caos organizado”, diz o piloto.

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LAC ROSE, SENEGAL – MAY 28: Claudia Hurtgen (GER)/Mattias Ekstrom (SWE), ABT CUPRA XE during the Ocean X-Prix at Lac Rose on May 28, 2021 in Lac Rose, Senegal. (Photo by Colin McMaster / LAT Images)

Uma pequena equipa. Um engenheiro, um chefe de equipa, quatro mecânicos e dois motoristas. Esta é a componente humana que constitui a equipa ABT CUPRA XE. Um cenário muito diferente dos números que se encontram noutras competições. Mas nas duas provas já concluídas, na Arábia Saudita e no Senegal, eles provaram que são mais do que suficientes. “Quando necessário, toda a equipa ajuda, mesmo os pilotos. Cada mão conta”, explica Ekström.

Nos bastidores. Os segredos estão nas traseiras: o carregador, essencial para automóveis 100% elétricos, e os frigoríficos para arrefecer as baterias, para que possam ser recarregadas mais rapidamente. Além disso, um espaço onde são tomadas todas as decisões estratégicas da corrida. Mesmo ao seu lado, brinca Ekström, é o espaço mais peculiar: “O lugar mais romântico é esta cabine preta de um metro por um metro. É aqui que me posso trocar, é um verdadeiro luxo” diz o embaixador da CUPRA com um sorriso.

Uma aventura que faz pensar. Esta experiência vai muito além das corridas de automóveis. O principal objetivo é tornar o mundo consciente da necessidade de alcançar um planeta mais sustentável. Por esta razão, não há público à disposição, o que reduz a pegada ambiental em cada local. Depois de completar as corridas tanto no deserto da Arábia Saudita como perto da Rosa Lac do Senegal, a próxima corrida terá lugar na Gronelândia nos dias 29 e 30 de agosto. “É também disto que se trata o Extreme E, de tentar sensibilizar as pessoas para a necessidade de cuidar melhor do ambiente e, para o fazer, precisamos de aprender a ser felizes com menos“, conclui Mattias Ekström.

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