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De Martorell à Lua

Em 2019, a SEAT exportou quase 400.000 carros, que, quando colocados verticalmente, iriam além da exosfera para o espaço exterior.

As exportações da SEAT representam quase 3% do total da economia espanhola.

A primeira venda para o exterior teve lugar em 1965, com a Colômbia como destino.

Nova Zelândia é o mercado mais distante onde a Marca está atualmente.

Os 397.835 veículos que a SEAT exportou em 2019 da sua fábrica em Martorell, colocados verticalmente, criariam uma coluna de cerca de 577 quilómetros, o suficiente para ultrapassar a exosfera e alcançar o espaço exterior. Uma viagem que pode ser resumida em seis curiosidades.

Primeira paragem, Colômbia:

150 unidades do SEAT 600 D. Esta foi a primeira exportação feita pela empresa espanhola, especificamente em 1965. O seu destino: Colômbia. Nos anos seguintes, as vendas para o estrangeiro cresceram rapidamente, levando veículos para destinos tão díspares como a Alemanha, Finlândia e Chile.

PIB sobre rodas:

Só no ano passado, a SEAT exportou quase 400.000 unidades (incluindo carros da Marca e Audi) da fábrica de Martorell. O impacto de um volume tão significativo chega não só à empresa, mas a toda a economia espanhola. Estima-se que o valor das exportações da SEAT seja equivalente a 3% do total do país.

De Curaçau à Nova Zelândia:

A Marca está presente em 80 países, sendo o mais distante a Nova Zelândia. Mas a distância não é o maior desafio logístico, e sim enviar carros para mercados de baixo volume, como Curaçau, República Dominicana ou Guiana Francesa. Em alguns casos, os especialistas em logística da SEAT recorrem às sinergias do Grupo Volkswagen para completar os carregamentos e torná-los rentáveis, mesmo que apenas algumas unidades estejam envolvidas. Em termos de volume, a Alemanha é o principal mercado internacional, seguida pelo Reino Unido, França, Itália e México.

Por terra, mar e ar:

Por terra, mar e ar: Para disponibilizar este volume de carros, é essencial utilizar todas as vias terrestres, marítimas e ferroviárias possíveis. No caso da SEAT, no ano passado 44% das exportações foram feitas por navio, 6% por comboio e o resto por estrada. A expansão global da empresa despoletou os embarques por via marítima. Por exemplo, em 2008, a quota de navios era de apenas 7%. É interessante notar que um dos novos mercados em que a SEAT entrou, o Chile, já teve oito veículos de exposição transportados via aérea.

Um comboio para a SEAT:

A linha férrea também desempenha um papel fundamental na distribuição a partir do Porto de Barcelona, já que a SEAT possui uma linha férrea exclusiva que liga diariamente a fábrica de Martorell à infraestrutura portuária, o Autómetro. Isto garante eficiência e rapidez nas entregas internacionais.
A bom porto: o destino mais frequente dos navios que saem de Barcelona com modelos SEAT é o Reino Unido, com três portos: Sheerness, Grimsby e Tyne. Foram feitos carregamentos marítimos para este país com até quase 3.000 veículos saídos de Barcelona.

No caso das exportações para o México, são utilizadas embarcações de até 200 metros de comprimento, com capacidade para mais de 7.600 carros. Para se ter uma ideia do volume envolvido, o peso dos veículos que este navio pode transportar seria o equivalente a transportar cerca de 1.800 elefantes asiáticos.

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