Os números do piloto mais experiente da Fórmula E
- O piloto brasileiro Lucas di Grassi fala sobre as suas primeiras impressões com a equipa ABT CUPRA FE após os testes de pré-temporada, em Valência, em outubro passado.
- “As minhas expectativas para a temporada: ser competitivo em todas as corridas, lutar para terminar sempre entre os dez primeiros, até mesmo nos seis primeiros, e, com alguma sorte, conseguir um lugar no pódio.”
- Lucas di Grassi estará de volta à pista na Cidade do México a 13 de janeiro para o início da temporada de 2024, tendo a seu lado Nico Müller enquanto novo colega de equipa.
Ao falar de Lucas di Grassi, o novo membro da equipa ABT CUPRA na Fórmula E, merece menção especial o facto de ele ser uma das figuras-chave desta competição. Venceu a corrida inaugural do campeonato em 2014 e, desde então, participou nas nove temporadas da competição. Agora, ao entrar na sua décima temporada, tem como objetivo levar a ABT CUPRA FE até ao topo. O seu novo colega de equipa, Nico Müller, que ingressou na equipa na época passada, assume o papel de entrevistador para nos ajudar a conhecer melhor um dos pilotos mais experientes da Fórmula E.
Décima temporada. O piloto brasileiro sente-se em casa na sua nova equipa. As suas primeiras sete temporadas na Fórmula E foram com a ABT, equipa com a qual alcançou os maiores triunfos – o Campeonato do Mundo em 2017 e o título de equipas em 2018. Regressa agora à ABT, mas desta vez com a CUPRA, trazendo para a equipa “anos de experiência. Corri com a ABT durante sete anos, conheço a equipa e vou tentar trazer todo o conhecimento e experiência das outras equipas por onde passei, para poder melhorar o carro e terminar nas primeiras posições durante esta época”.

115 corridas. Lucas di Grassi viveu desde o início a evolução das corridas dos monolugares elétricos. É por isso que o seu colega de equipa quer saber o que o brasileiro acha mais atraente na Fórmula E, ao que ele responde: “Sem dúvida, a competitividade do campeonato. Todos os pilotos e equipas estão a um nível muito elevado. E correr com os nossos carros no centro das cidades é realmente emocionante”, acrescentou.
Pronto para novos desafios. A nova temporada começa a 13 de janeiro na Cidade do México, seguindo-se corridas agendadas em todo o mundo, como Tóquio, Mónaco e Londres. Em resposta à última pergunta de Nico, após o seu primeiro contacto com o monolugar durante os testes em Valência, em outubro passado, “Quais são as tuas expectativas para esta época?”, Lucas conclui: “Sem dúvida, marcar pontos de forma consistente, ser competitivo em todas as corridas, esforçar-me por terminar sempre entre os dez primeiros, ou mesmo entre os seis primeiros e, com alguma sorte, conseguir um lugar no pódio. Voltar a terminar as provas nos primeiros lugares seria fantástico“.
40 pódios, 13 vitórias e 12 voltas mais rápidas. As estatísticas do piloto são invejáveis. Na época em que se sagrou Campeão do Mundo esteve no pódio em sete corridas, duas delas no topo da tabela. Além disso, foi vice-campeão mundial por duas ocasiões. Mas, números à parte, Lucas resume o seu lado mais pessoal em apenas três palavras: “Sou piloto, pai e brasileiro”.

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