Gil Antunes resiste à dureza do Azores Rallye e consegue top 8 do CPR
Gil Antunes esteve em bom plano no seu rali de terra preferido, o Azores Rallye, levando o Dacia Sandero R4 ao 8.º lugar do Campeonato de Portugal de Ralis.
Piloto de Sintra, navegado por Diogo Correia, superou a dureza da prova insular e fez tempos muito competitivos entre o Europeu FIA de Ralis Open (ERC Open).

A beleza e a exigência das classificativas de terra da ilha de São Miguel corre mundo todos os anos. Gil Antunes é um dos pilotos continentais que conhece bem o caráter especial do Azores Rallye, que em 2022 disputou pela sétima vez na sua carreira. Contudo, o piloto de Sintra e todo o pelotão do CPR e do ERC (Europeu FIA de Ralis) tiveram de enfrentar condições climatéricas adversas no dia de sábado, algo que degradou os troços e provocou o embaciamento no vidro do Dacia Sandero R4.

Resolvido o problema na assistência, Gil Antunes e o navegador Diogo Correia voltaram ao seu ritmo habitual, conseguindo ‘sobreviver’ à dureza da prova e com registos muito interessantes quer no CPR, quer em comparação com os concorrentes do ERC Open, com viaturas da mesma categoria que o Dacia. No final, o 8.º lugar nas contas do CPR foi um prémio para a resiliência e competitividade de Gil Antunes.

“Foi, provavelmente, o mais duro rali dos Açores da minha carreira”, afirmou o ex-campeão nacional de 2 Rodas Motrizes. “O mau tempo no sábado complicou-nos bastante a vida, principalmente pela nossa posição de partida e pelo vidro que embaciou. No domingo, tivemos um problema na parte elétrica que impedia a normal pressão de combustível e nos fez penalizar à entrada da Super Especial Grupo Marques. Ainda assim, conseguimos terminar esta prova, que tem tanto de belíssima como de dura. Os pontos do 8.º lugar são importantes para o nosso campeonato e também fiquei satisfeito por saber que teríamos terminado no pódio do FIA ERC Open, caso estivéssemos inscritos no Europeu”, apontou Gil Antunes.


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