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Honda celebra 60 anos da primeira vitória na Fórmula 1 e reforça aposta tecnológica rumo ao futuro

  • 2025 marca o 60º aniversário da primeira vitória da Honda na Fórmula 1 em 1965;   
  • A Fórmula 1 continua a ser o campo de testes onde a Honda desenvolve soluções para a mobilidade do futuro;
  • Com as novas regras de 2026, a Honda abraça os combustíveis 100% neutros em carbono, reforçando o seu compromisso com a sustentabilidade.

 

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Sala de missões em Sakura

A Honda assinala em 2025 o 60º aniversário da sua primeira e histórica vitória na Fórmula 1 (F1), conquistada por Richie Ginther no Grande Prémio do México de 1965. Esta data marcante sublinha não só o pioneirismo da marca, mas também o seu compromisso contínuo com a F1 como plataforma crucial para o desenvolvimento tecnológico aplicado à mobilidade do futuro.

Sessenta anos depois, a Fórmula 1 transformou-se num palco de desenvolvimento tecnológico de vanguarda. Com a introdução da tecnologia híbrida em 2014, os motores deram lugar a complexas “unidades de potência” (PU). Entre 2008 e 2016, a Honda conseguiu aumentar a potência das suas unidades em mais de 200 cv, reduzindo em um terço o consumo de combustível necessário. A F1 moderna impulsiona a eficiência térmica aos limites, maximizando a conversão da energia do combustível em potência motriz.

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HRC no Reino Unido

A evolução digital é outra mudança fundamental. Atualmente, informações de mais de 20.000 parâmetros (comparado com cerca de 3.000 na terceira era da Honda na F1) são enviadas instantaneamente dos sensores nos carros para a base da Honda Racing Corporation (HRC) em Sakura, no Japão. A análise destes dados, realizada através de software desenvolvido internamente pela HRC, é vital para otimizar o desempenho e a gestão energética da PU em tempo real, mesmo durante as corridas, tornando a F1 uma batalha digital de ponta.

A Honda reafirma que a Fórmula 1 continua a ser o seu principal campo de testes para desenvolver e refinar soluções inovadoras que serão integradas na mobilidade do futuro, transferindo os conhecimentos adquiridos na competição para os seus automóveis de produção.

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Max Verstappen no GP Austríaco de 2019

Olhando para o futuro, a Honda prepara-se para os desafios regulatórios de 2026 que incluem três pilares fundamentais: a utilização de combustíveis 100% neutros em carbono, um novo equilíbrio de potência entre o motor de combustão interna e a unidade elétrica (visando uma divisão próxima de 50/50), e a implementação de um teto orçamental (“costcap”) específico para o desenvolvimento das unidades de potência. Estes desafios alinhamse com os objetivos de sustentabilidade e inovação da Honda.

Honda: a fazer campeões do mundo na Fórmula 1 desde 1987

A entrada da Honda na F1 deu-se em 1964, quando a empresa contava apenas com dois anos de experiência na produção de automóveis. Considerado um passo audacioso, este desafio refletiu desde cedo a cultura empresarial da Honda focada em estabelecer metas ambiciosas e superar barreiras. Após uma época de estreia em 1964 com participações em três Grandes Prémios, a persistência foi recompensada.

Na última prova da temporada de 1965, o GP do México, realizado a mais de 2.000 metros de altitude e em condições atmosféricas desafiantes para os motores, a tecnologia de injeção de combustível desenvolvida pela Honda provou a sua superioridade. O monolugar Honda RA272 dominou a corrida do início ao fim, assegurando a primeira vitória da marca na categoria máxima do automobilismo.

A partir daí, a Honda estabeleceu-se como uma marca de sucesso na Fórmula 1 que conduziu vários pilotos ao título de Campeão do Mundo. A primeira vaga de sucesso da Honda iniciou-se no final da década de 1980. Nelson Piquet foi o pioneiro, sagrando-se campeão em 1987 ao volante de um Williams-Honda. Seguiu-se uma era de domínio com a McLaren-Honda, onde Ayrton Senna conquistou três campeonatos mundiais (1988, 1990 e 1991), e Alain Prost assegurou o título de 1989. Mais recentemente, Max Verstappen, com a Red Bull Racing, iniciou uma nova era de triunfos para a marca, com quatro títulos consecutivos de campeão do mundo (2021, 2022, 2023 e 2024) com a engenharia e a tecnologia Honda.

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Max Verstappen, campeão mundial de Fórmula 1 em 2021

A Honda tem estado sempre na vanguarda da tecnologia híbrida e tem impulsionado o mercado de viaturas híbridos por forma a aumentar a eficiência dos veículos para benefício da sociedade e para inovação técnica, sem comprometer o prazer de condução. Os mais recentes híbridos e:HEV da Honda são referência no mercado, fruto de 25 anos de R&D, e destacam-se pelo desempenho, resposta ágil e eficiência excecional.

A tecnologia e:HEV pode ser encontrada atualmente na gama 100% renovada e eletrificada Honda, nomeadamente no compacto e competitivo HR-V e:HEV, no confortável e espaçoso CR-V e:HEV, no ágil e dinâmico ZR-V e:HEV, no elegante e desportivo Civic e:HEV, e no citadino e versátil Jazz e:HEV e Jazz Crosstar e:HEV.

 

 

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