Kia é vencedora absoluta do Estudo de Fiabilidade JD Power de 2022
Primeira vez na história da JD Power que uma marca não premium vence na classificação geral.
Kia sobe duas posições, de terceiro em 2021 para primeiro em 2022, numa tabela que inclui todas as marcas generalistas e premium.
Clientes reportam menos problemas com os automóveis Kia do que com os modelos das outras 31 marcas analisadas.
Sorento vence a categoria dos SUV médios superiores pelo segundo ano consecutivo.
Os clientes da Kia deram a vitória à marca na classificação geral do Estudo de Fiabilidade de Veículos (VDS) JD Power de 2022, realizado nos EUA, ao reportarem menos problemas com os seus veículos do que os clientes dos outros 31 fabricantes analisados. Este é o segundo ano consecutivo em que a Kia ocupa o primeiro lugar entre as marcas generalistas, mas o primeiro na história deste estudo em que uma marca não premium vence na classificação geral.
Com uma pontuação de “problemas por 100 veículos” (PP100) de 145, a Kia superou a média do setor em 47 pontos, sagrando-se vencedora absoluta, ficando assim à frente de todas as outras marcas generalistas e premium. O Kia Sorento obteve a máxima distinção na categoria dos SUV médios pelo segundo ano consecutivo.
A Kia é uma das três marcas detidas pelo Hyundai Motor Group, que, no seu conjunto, obtiveram excelentes pontuações no índice PP100. No estudo do ano passado, ficara em terceiro lugar na classificação geral (que inclui as marcas generalistas e premium), saltando agora duas posições, diretamente para a liderança. A marca premium do grupo, a Genesis, venceu a sua categoria e ficou em quarto lugar na classificação geral, apenas uma posição abaixo da Hyundai Motor, que obteve a terceira posição.
No VDS 2022, a JD Power inquiriu 29 487 clientes no mercado dos EUA, abrangendo 32 marcas. Apenas foram considerados os compradores e clientes de leasing verificados, com automóveis e veículos comerciais ligeiros novos do model year 2019 e registados para utilização pessoal. No estudo do presente ano foram introduzidos novos critérios, mais rígidos, que fizeram com que os problemas reportados aumentassem 59% em relação ao ano anterior, aumentando assim a média do PP100 de 121 para 192.


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